Tudo o que precisas de saber para conseguir criar uma estratégia efectiva que envie mais tráfego mobile para o teu site, através do Facebook.

Hoje, mais da metade do tráfego da web vem do canal mobile. Mais e mais usuários dependem de conexões móveis para obter suas informações on-line, e o uso do desktop está a desaparecer.

Para nos comerciantes, a tendência apresenta um novo desafio: ainda podemos redirecionar as visitas para o site?

As redes sociais aceleraram o ritmo de marketing nos últimos 10 anos. Enquanto os próprios canais sociais estavam na vanguarda da definição de tendências, era a tecnologia que geralmente ditava como essas mesmas tendências se iriam desenvolveram. Os dispositivos ficaram menores, mais capazes e os desktops foram substituídos por alternativas mais portáteis.

Como resultado, os usuários começaram a consumir muito mais informações on-the-go. De acordo como site Statista, em 2016, uma enorme quantidade de conteúdo de redes sociais foi consumida em aplicativos de smartphones versus apenas 21% em desktop e 10% em tablets.

Não é surpresa que o mobile tenha superado o desktop no tráfego da web à escala global. Se comparado com a quantidade de conteúdo que é consumido no celular – e o fato de que, no Q2 2017, o Facebook atribuiu 87%  da sua receita derivada de anúncios para mobile – os comerciantes deveriam ver muito mais tráfego, mas esse não é o caso.

Por quê? A resposta reside na diferença entre o conteúdo consumido no celular e o desktop.

Em qualquer setor hoje, alcançar usuários em dispositivos móveis é fundamental para qualquer marca. Mas alcançar os clientes no mobile não significa apenas expandir a estratégia de publicidade da marca para incluir posicionamentos de anúncios para dispositivos móveis. Ele exige fazer ajustes significativos na estratégia de conteúdo e criar conteúdo com uma mentalidade de mobile-first.

Por exempolo, a Statista relata que, em 2016, o tráfego global de vídeo mobile totalizava 4.375.000 terabytes por mês. E em 2017 este valor mais do que duplicou!

Na paisagem de hoje, onde as subscrições de internet móvel ultrapassam o número total de utilizadores com acesso À internet, os comerciantes precisam estar cientes de como criar uma experiência de usuário focada em dispositivos móveis. Não apenas dentro das plataformas de redes sociais, mas também fora delas.

Para ajudar a facilitar a experiência do usuário, o Facebook também levou a o tamanho dos dados em consideração e está começando a recompensar sites que carregam mais rapidamente, empurrando links destes sites para o topo dos News Feeds dos usuários. 

O Facebook também deixou que quer manter seus usuários dentro da plataforma. Os links têm sido durante muito tempo o tipo de conteúdo menos efetivo para as marcas. Tendo em conta o ajuste do algoritmo de feed de notícias múltiplo e o consumo de conteúdo no mobile, os comerciantes terão que ser muito mais criativos para que os usuários saem da plataforma e visitem seus sites.

 

O Takeaway

Os profissionais de marketing devem ter o cuidado de não pedir ao público que adotem ações no mobile que se destinam ao desktop. Conduzir o seu público mobile para baixar um extenso ebook em seus smartphones é inconveniente e pesado em tráfego de dados.

No entanto, o último ponto de contato na viagem do cliente pode muito provavelmente acontecer no desktop. Sabendo o quão difícil é conseguir que os clientes em seus sites façam essa compra final, e especialmente no mobile, as marcas devem escolher com cuidado o momento certo para dar aos seus clientes o incentivo para visitar a sua página.

Provavelmente, esse passo vai acontecer mais baixo no funil de marketing (bottom-of-funnel). Quando os clientes deixam a plataforma, as marcas precisam estar prontas para encontrá-las com uma primeira experiência mobile que é leve em dados, digerível em qualquer altura ou lugar e recompensante para o usuário, recompensado-o por dar esse passo extra.

Fale connosco para criar a sua campanha e conteúdos mobile para Facebook, os nosso planos de gestão de redes sociais começam nos 99€ mês. Não tem desculpas para ter não ter uma estratégia digital de topo, gerida por um profissional qualificado.

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